Guerra Fiscal 2.0: Por que monitorar as Assembleias Legislativas é a prioridade oculta de 2026

O Risco Local e a Capilaridade
Para empresas com operação nacional (Varejo, Logística, Telecom, Energia), o risco regulatório pulverizou-se. Não basta mais ter um escritório em Brasília. O risco agora nasce em:
- Uma taxa de fiscalização minerária (TFRM) criada de surpresa em Minas Gerais ou no Pará.
- Uma lei de logística reversa para embalagens aprovada no Rio de Janeiro com regras diferentes do resto do país.
- Uma alteração em regras de substituição tributária ou barreiras sanitárias no Sul.
Esses temas tramitam em comissões locais, muitas vezes longe da cobertura da imprensa nacional. Quando a matriz da empresa percebe, o projeto já foi aprovado, sancionado e virou lei, gerando um passivo imediato.
Saindo do Escuro: O Desafio da Escala
Como sua equipe, sediada em São Paulo ou Brasília, pode saber o que está sendo discutido na Assembleia Legislativa do Amazonas ou de Pernambuco nesta tarde? Contratar correspondentes locais em 27 estados é inviável financeiramente.
A resposta é a tecnologia de monitoramento legislativo capilar. A plataforma Nomos conecta-se às bases de dados das Assembleias Legislativas. Ao configurar alertas para termos sensíveis ao seu negócio (ex: "taxa", "fiscalização", "embalagem", "proibição"), o sistema vasculha as proposições locais 24 horas por dia.
Conclusão
A "Guerra Fiscal" mudou de cara. Ela agora é uma guerra regulatória fragmentada, onde cada estado tenta maximizar receitas ou proteger mercados locais antes da unificação tributária. Ter um sistema que entregue, na sua mão, o que está acontecendo nas 27 unidades da federação não é mais um diferencial, é a única forma de blindar a operação contra passivos ocultos regionais.


