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Tenha acesso à informações sobre Relações Governamentais, Gestão Regulatória, Tecnologia e Inteligência de dados em RIG e as principais atualizações políticas semanalmente.
Reforma Tributária: Como sobreviver ao caos do "Sistema Duplo" (2026–2033) sem perder o controle
Com a regulamentação da Reforma Tributária avançando em Brasília, entramos oficialmente na fase mais desafiadora para o planejamento das empresas: a transição. Pelos próximos sete anos (2026–2033), o Brasil conviverá com dois sistemas tributários paralelos. O antigo (ICMS, ISS, PIS/COFINS) não morre subitamente; ele perde força gradualmente enquanto o novo (IBS/CBS) assume.
Para os departamentos fiscais, jurídicos e de Relações Governamentais, isso significa duplicidade de compliance e, principalmente, duplicidade de risco regulatório.
Marco Legal da IA na Câmara em 2026: Por que esperar o "texto final" é um erro estratégico
Após intensa tramitação no Senado, o Marco Legal da Inteligência Artificial (PL 2338 e apensos) chega a 2026 como uma das pautas prioritárias da Câmara dos Deputados. Independentemente das opiniões sobre o mérito do texto — se ele incentiva ou freia a inovação — um fato é indiscutível: o texto vai mudar.
Para empresas de tecnologia, setor financeiro e varejo, o maior erro neste momento é aguardar a sanção presidencial para iniciar a adequação.
O "Paradoxo do Compliance" em 2026: Por que equipes de elite ainda perdem tempo com monitoramento manual?
O Brasil iniciou 2026 com um cenário regulatório que desafia até as estruturas de governança mais robustas. Estudos de mercado indicam que, embora as empresas tenham investido pesadamente na qualificação de seus profissionais de Compliance e Relações Governamentais nos últimos anos, a eficácia estrutural na mitigação de riscos não cresceu na mesma proporção. Chamamos isso de "Paradoxo do Compliance": temos profissionais cada vez mais estratégicos presos em tarefas operacionais de baixo valor agregado.
R$ 150 bilhões: o custo da não conformidade regulatória na indústria brasileira
Em 2023, a indústria brasileira perdeu R$ 150,1 bilhões por não conformidade regulatória, segundo o Observatório da Indústria da CNI. Não se trata apenas de multas ocasionais. É um prejuízo estrutural que combina penalidades, paralisações de operações, recolhimentos de produtos e retrabalho produtivo por falhas de compliance. É, em outras palavras, o custo de não monitorar.
Anos eleitorais e a produtividade do Congresso: o que os dados de 2018 a 2025 revelam
O Congresso Nacional funciona em ciclos, e poucos fatores influenciam tanto sua produtividade quanto o calendário eleitoral. Entre 2018 e 2025, a Câmara dos Deputados aprovou em média pouco mais de 250 proposições por ano — mas o ritmo oscilou fortemente de acordo com eleições gerais e municipais.
A cadência legislativa no Brasil: o que a tramitação média revela sobre prioridades políticas (2016–2025)
Entre 2016 e 2025, temas econômicos tramitaram em menos de dois anos, enquanto pautas ambientais levaram até uma década. O tempo legislativo, longe de ser uniforme, revela quais prioridades realmente encontram viabilidade política no Congresso.
Origem das leis federais aprovadas: o que os dados de 2019 a 2023 revelam sobre Legislativo e Executivo
Entre 2019 e 2023, o protagonismo na produção legislativa oscilou: o Executivo liderou em 2020, sob a crise sanitária, enquanto o Congresso manteve maior peso nos demais anos. A origem das leis é indicador-chave de poder político, de definição da agenda regulatória e de necessidade de monitoramento constante.
Monitoramento regulatório no Brasil: o que os últimos 5 anos revelam sobre avanços e fragilidades?
Entre 2020 e 2024, o processo ganhou tecnologia e especialização, mas segue limitado por lacunas estruturais que travam sua maturidade.
O risco regulatório está no volume ou na velocidade de resposta?
Mais de 230 eventos regulatórios surgem por dia no mundo. No Brasil, o custo de conformidade para a indústria já ultrapassa R$ 243,7 bilhões anuais. Mas o verdadeiro diferencial competitivo não está na quantidade de normas, e sim na capacidade de responder a elas com agilidade.
Open Finance no Brasil: bilhões de dados por mês e o desafio da velocidade regulatória
Se o Open Finance já processa 11,6 bilhões de chamadas de API por mês, como disputar espaço em um mercado que se atualiza em segundos quando seu monitoramento regulatório ainda demora dias para responder?
IA e monitoramento contínuo já permitem que bancos analisem cada transação em tempo real contra riscos regulatórios
O case Clari5 mostra como inteligência artificial e monitoramento contínuo estão redefinindo a forma de cumprir regras em um dos setores mais regulados do mundo.
Setores mais impactados pela complexidade regulatória (2025)
Gráfico que apresenta os setores mais afetados pelo aumento da complexidade regulatória em 2025, segundo estudos da PwC. Destaca percentuais elevados em Serviços Financeiros, Indústria, Saúde, Consumo e TMT.
OpenAI lança navegador com IA. O que isso nos ensina sobre monitoramento regulatório
Você piscou e a internet mudou de regras. Em plena segunda-feira, a OpenAI revelou o ChatGPT Atlas — um navegador com IA nativa que não espera você buscar: ele conversa com você e executa. Resultado? As ações do Google (Alphabet) caíram ~4% logo após o anúncio. E isso diz muito mais do que um “lançamento de produto”.
O mercado global de RegTech alcançou US$ 15,8 bilhões em 2024 — e deve chegar a quase US$ 19 bilhões em 2025
Segundo a Business Research Company, o setor cresce em média 24% ao ano desde 2022 e deve atingir quase US$ 84 bilhões até 2033. Cada dólar investido revela uma disputa silenciosa: dominar a gestão regulatória é, cada vez mais, sinônimo de competitividade.
Redução de 60% no tempo de auditorias e melhora de 40% na identificação precoce de riscos: é o que mostra estudo publicado pelo MoldStud (2024) sobre os efeitos da automação em compliance
O avanço das tecnologias digitais — como Robotic Process Automation (RPA), auditorias automatizadas e inteligência artificial — tem redefinido a forma como empresas estruturam sua governança regulatória. O que antes dependia de verificações manuais extensas e dispersas em múltiplos sistemas, hoje pode ser centralizado em fluxos digitais que ampliam eficiência, precisão e capacidade preditiva.
O setor financeiro gasta, em média, US$ 30,9 milhões por ano em compliance — cinco vezes mais que outros setores
Segundo a PwC (2025), 90% dos executivos do setor financeiro relatam aumento significativo das exigências regulatórias, e o custo médio anual por empresa chega a US$ 30,9 milhões — valor cinco vezes superior à média dos demais segmentos.
Investir em tecnologia já é parte essencial da gestão regulatória
A Pesquisa Global de Compliance 2025 da PwC evidencia os ganhos objetivos da digitalização: visibilidade ampliada de riscos, respostas mais ágeis e decisões fundamentadas em dados — efeitos que transcendem o compliance e redesenham a própria gestão regulatória.
Apenas 7% das empresas se consideram líderes em compliance
A Pesquisa Global de Compliance 2025 da PwC revela que, apesar de 87% das organizações já possuírem estruturas formais de compliance, apenas 7% se consideram líderes na área — evidenciando que a maturidade dos programas de integridade e governança ainda é restrita.
82% das empresas já investem em tecnologia para compliance — o que isso significa para o futuro da gestão regulatória?
Segundo a PwC Global Compliance Study 2025, a digitalização do compliance já é uma prioridade global. O desafio agora não é adotar tecnologia, mas integrá-la de forma eficaz para transformar dados fragmentados em inteligência regulatória.
Evolução do Mercado Global de RegTech (2020–2025)
Entre 2020 e 2025, o mercado global de RegTech mais que dobrou de tamanho. O que explica essa expansão acelerada — e por que a tecnologia se tornou indispensável para compliance e gestão de riscos?